
O Brasil abriga seis biomas continentais — Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal — cada um com suas características únicas, seus desafios específicos e suas comunidades. Proteger essa imensa diversidade exige presença em diferentes territórios, compreensão profunda de cada contexto e soluções adaptadas a cada realidade.
O Fundo Pádua nasceu para ampliar nosso impacto além da Serra do Mar e da Serra do Espinhaço. Apoiamos ONGs que atuam em zonas de amortecimento de unidades de conservação por todo o país, fortalecendo a governança socioambiental e promovendo desenvolvimento sustentável integrado à proteção dos ecossistemas.
Aqui, cuidar dos biomas é reconhecer que cada território tem sua voz, sua história e sua forma própria de regeneração. É construir um Brasil onde diversidade ecológica e prosperidade humana caminham juntas.
Com dimensões continentais e uma das maiores biodiversidades do planeta, o Brasil enfrenta o desafio de proteger seus ecossistemas enquanto promove o desenvolvimento de milhões de pessoas. Cada bioma tem suas urgências: o desmatamento na Amazônia, a conversão do Cerrado em monoculturas, a fragmentação da Mata Atlântica, a desertificação da Caatinga.
As zonas de amortecimento são fundamentais nesse cenário — territórios onde práticas sustentáveis podem reduzir pressões sobre áreas protegidas e criar modelos de convivência equilibrada entre pessoas e natureza. Mas essas regiões sofrem com falta de recursos, baixa governança e ausência de apoio técnico.
É aqui que o Fundo Pádua atua: levando recursos para ONGs que trabalham em diferentes biomas, fortalecendo iniciativas locais e construindo redes de proteção territorial. Porque proteger a diversidade brasileira é garantir água, clima, alimentos e qualidade de vida para todos.
Abrangência: Zonas de amortecimento de unidades de conservação em diferentes biomas brasileiros.