A ECONOMIA DA CONSERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO
A Economia e a Ecologia são primas irmãs, ambas derivam da raiz grega “oikos” – casa, lar. Na Economia, “as regras da casa”: o que produzir, como […]


Florestas e paisagens são vitais para a vida no planeta, mas muitos destes ecossistemas enfrentam constantes processos de degradação.
Diante deste desafio e da emergência climática global, a ONU lançou a iniciativa 2021-2030 como a Década da Restauração. No Brasil, a meta é restaurar 12 milhões de Ha; como acompanhamos este horizonte de restauração?
Há boas e relevantes iniciativas de monitoramento (MapBiomas, Observatório da Restauração) mas talvez ainda seja difícil encontrar indicadores que tenham o mesmo impacto e difusão do que as informações anuais sobre nossos índices de desmatamento.
Informar sobre a restauração é tão primordial quanto alertar sobre a tragédia de seguirmos avançando sobre a vegetação e a biodiversidade. Na década da restauração, seguimos acompanhamento mais o desmatamento do que o reflorestamento.
Como princípio chave da Governança Socioambiental encontramos o AMOR – espaço de Reconhecer (passado – presente), Integrar (presente) e Renovar (presente – futuro).
Toda esta dinâmica de Governança que envolve cada indivíduo, todas as organizações e a sociedade, nasce com o “Reconhecer” (o mesmo que renascer), através da apreciação dos indicadores que cumprem esta função de revelar como caminhamos coletivamente neste desafio ambiental comum.
Sem indicador, não capturamos como realidade cotidiana toda a devastação da dor, nossa e do planeta.
Governança Socioambiental é AMOR. Pela vida e pelo planeta.