DÉCADA DA RESTAURAÇÃO – onde indica a dor
Florestas e paisagens são vitais para a vida no planeta, mas muitos destes ecossistemas enfrentam constantes processos de degradação. Diante deste desafio e a emergência climática global […]


Em fins de maio de 1560 quando por estas terras andaram os primeiros jesuítas, padre José de Anchieta redigiu aos superiores da Companhia de Jesus, fundada na Europa em 1540, uma “carta da Capitania de São Vicente” cujo conteúdo trazia um compêndio sobre a região que hoje abriga uma das principais unidades de conservação do Brasil, o Parque Estadual Serra do Mar em toda a extensão do litoral de São Paulo.
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Desde 1999, em homenagem à carta de José de Anchieta, 27 de maio é o dia Nacional da Mata Atlântica, nossa maior fonte de biodiversidade e que resiste bravamente, mesmo com cerca de 70% das áreas de florestas tropicais nativas já terem sido desmatadas (INPE).
Assim como outras datas que nos trazem à consciência o que ainda precisamos cuidar e resgatar com fonte de vida em comunidade – Dia dos Povos Indígenas, Dia da Consciência Negra, e outras – neste fim de maio cumpre lembrar que a mata, a floresta, os rios, enfim, nossa gigante pela própria natureza, zela, cuida e provê por nós a cada momento durante toda a vida.
Hoje e sempre, nossa Mata Atlântica, maior de nossas riquezas, maior que pré sal, maior que minérios, terras raras, mãe e berço da vida, sustenta com sua força invisível o ar que respiramos, a água que bebemos, os alimentos que comemos. Honremos a nossa própria natureza.
Não mate a mata. Não desmate a vida.